Mostrando postagens com marcador Jesus visto por outro ângulo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jesus visto por outro ângulo. Mostrar todas as postagens

sábado, 17 de agosto de 2013

Escrito por mim em 26/02/2010 ás 22:30 hrs e só postado hoje



O amor universal do amoroso Ser




O amor universal do amoroso Ser que ama sendo amor e se doando em amor pelo amor que ama a todos nós em amor indistintamente e ilimitadamente tendo como padrão de limite o seu próprio Ser que é não sendo e podendo ser medido pelo nosso amor que ama mas receosamente somente os que nos amam numa espécie de reciprocidade egoísta e retribuitiva.

A justiça do Ser que transborda em amor se cumpre em si sendo injustiça para nós pois não compreendemos a compreensão misericordiosa do bondoso e justo amor que de todos quer bem e no final salvará seja pela salvação da salvação ou a salvação da deletação do existir a vir não existir na não existência da existencialidade.

O crer da fé do amor não há descriminalização na exclusão dos excluídos da religião pois vê cada ser como filho do Ser e tendo direito por existência a viver como bem quiser existir e não vir a existir na existência das forças do bem e do mal tendo escolhas através da livre opção de ser e fazer não mais por medo de castigo ou recompensa interesseira não amando e vendo o outro como companheiro na jornada mas como inimigo.

Antes corajosamente através da coragem de ser corajoso se lança na vida para o que der e vier sabendo sua responsabilidade diante da vida por sua consciência livre porque o julgamento não terá por juiz o grande Ser mas sim as consciências sendo absorvidos não pelo arrepender-se mas por amor e decisão unilateralmente divina,não coagindo e não subornando os seres pela corrupção da barganha mas livremente se deixa vir para ir sendo tudo no final convergindo Nele seja para o aniquilamento total e imparcial ou a salvação total.

A religião do amor é a religião universal inclusiva e não preconceituosa da admissão criteriosa e infundada das qualidades de santidades doentias embaladas nas regras dos regreiros sem amor vivendo a hipocrisia da perfeição não perfeccionada dos imperfeitos humanos mas antes é a beleza indescritível da tolerância e respeitabilidade se tendo como única regra o viver a vida seja o que der e o que vier pois confia depositando sua confiança no Ser confiável que é não restringido a classe grupos e raças mas antes é o Ser de todo universo de mundos de multidões.


Escrito por mim em 26/02/2010 ás 22:30 hrs e só postado hoje


sábado, 13 de julho de 2013

Escrito por mim em 28/01/2010 ás 22:11 hrs e postado somente hoje



CRER DA FÉ



Por: Marcio Alves
 
Fé da Fé está residida em sua “essenciabilidade” do essencial do crer pelo crer na crença essencial da fé. Somos o que acreditamos ser o crer da crença da fé pois se não crermos ou se deixarmos de crer no que cremos pelo que cremos do jeito em que cremos não estamos crendo em nossa crença do crer.

A simbologia simbólica dos símbolos dos mitos “mitologizada” da Fé em um Deus humano de divino de tão humano encontra no Cristo histórico o mesmo significado da significância dos significados do Cristo da fé sem precisar ser ou deixar de ser o que era ou o que é pois foi o que foi para ser o que é da maneira como se vive em nossa fé.

Seu nascimento do nascer sua vida do viver e sua morte do morrer encontram-se na fé sem precisar ser real si sendo real na fé pois na fé o torna real na realidade da fé do que crer sem perceber que a historia pode ser diferente do que de fato está em sua fé.

O significado da essência dos significados significantes do cordeiro morto está em sua morte como morte da fé pelo fato de entender e aceitar por fé a fé do cordeiro imolado pela fé dos que creem sem de fato poderem provar que sua fé na fé do cordeiro morto precise de evidencias da evidenciação sendo evidenciado pela historia como fato consumado.

A “sagradação” do sagrado do filho do homem ser o homem mais divino de homem encontra-se na sua historia contada e recontada pelas falas e escritas humanas que o descreve sendo o que foi e o que fez fazendo-nos crer que sua vida só foi vida vivida de maneira tão impactante pois encontra na historia  ao mesmo tempo em seu simbolismo simbólico sem precisar ter ocorrido de fato os fatos que marcaram e constituem a nossa fé pois fé da fé está em crer sem precisar ver os fatos que aconteceram no palco do acontecimento histórico literário pois a fé transcende os fatos “terrestriais”     sendo expandida a consciência do crer pela fé da fé na fé que nos faz crer e ver para além da história.

Escrito por mim em 28/01/2010 ás 22:11 hrs e postado somente

domingo, 16 de junho de 2013

Deus singular (Escrito por mim em 14/01/2010 e só agora publicado)





Por: Marcio Alves

A pergunta de Cristo aos seus discípulos: “Quem dizes que eu sou?” – Deus perguntando a nós.
Seria mais bem feita, se fosse feita da seguinte forma: “Quem eu sou que dizes?”. – nós perguntando a nós.
Pois nossas concepções de quem é Deus, passam pelo que, ou quem é eu (nós).
Para a mulher salva do acidente, Deus é aquele que salva através do milagre.
Para a mãe que perdeu o filho, Deus é aquele que impotente que chora a sua dor.
Para o teólogo em sua torre de marfim, Deus é o déspota soberano até mesmo no sofrimento.

Ou seja, Deus é aquele singular para o singular ser humano, mas não necessariamente. Deus é muitos em si mesmo.
Pois as concepções de Deus vão mudando conforme tempo, lugar circunstancia cultura e experiência humana.
O que Deus era para algumas gerações passadas, não é mais para a geração presente, e não continuará sendo para a geração futura.
Não somente o Cristo do cristianismo pode ser re-significado, como o Deus-Deus também o pode, ou deve!

Mas desde que, esta re-significação seja com o significado significador de cada individuo de significar o significado do sentido de compreensão e sentir Deus singular para o singular individuo. Deus é o Deus de todos, para todos, em todos, mas sem ser o mesmo de todos, sendo individual a sua compreensão do individuo, se mostra de varias maneiras, pois são maneiras variadas de se enxergar o mesmo Deus variável sem deixar de Ser Deus singular da singularidade de cada ser.
Deus deixa de ser singularmente singular para singulares indivíduos, quando o singular indivíduo, tenta prender a singularidade do outro, na sua visão singular de Deus.

Singularidade só é singularidade, quando aprendemos a respeitar a singularidade de cada ser de si ser singular na sua compreensão singular de Deus.
Se não houver tolerância e abertura para outras compreensões dos outros indivíduos compreendidos da sua própria compreensão de Deus, deixaremos de compreender o grande mistério de Deus ser mesmo o que Ele é sem deixar de ser o que para o ser humano Deus é: Variadas singularidades do mesmo Deus singular!

Escrito por mim em 14/01/2010 e só agora publicado

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Jesus Cristo: Reverencia de um ateu pelo maior homem da historia humana!




Por: Marcio Alves

Naqueles e por aqueles dias, emergindo em um contexto sócio-cultural do imperialismo do autoritarismo e poderio bélico romano, brota uma figura inusitada, frágil, pobre e desprezível, com sua mensagem as avessas do ideal político-econômico, contrariando a lógica e caminhando rumo a desconstrução do senso de que o mundo é dos fortes e dos espertos, que não tem vez para os excluídos e execráveis, marginalizando duas vezes o indefeso: uma por sua circunstancial e envolvente situação, e outra por discriminação social de sua contraditoriedade existencial que na luta pela sobrevivência é deixada como escoria do mundo.

Mas pelo carpinteiro que em seu peito explodia a implosão de uma revolução, virou a mesa, mudou o jogo, inverteu a ordem da fila, dizendo serem os últimos justamente os primeiros, proclamando a chegada de um novo reino, que não era deste mundo, mas paradoxalmente pousava nos corações dos filhos dos mortais, na enunciação da chegada do reino que estava próxima, não dizendo no sentido geográfico ou temporal, mas antes que estava acessível à acessibilidade e sensibilidade dos mais injustiçados justos, no ser que não escolhe a sina, mas é escolhido pelas fatalidades desta vida pela sorte ou azar do jogo da vida, que premia uns, para deixar a própria sorte outros.

Acolhe os abandonados e feridos, confrontando os poderosos, nem mesmo os que se auto-intitulavam serem os escolhidos de Javé, defende a vida diante de uma religião que é contraria a mesma, muda a estrutural e monopolizante concepção de Deus que era o reflexo dos déspotas, reis e dominadores daquele mundo, colocando em si e de si a nova reformulação da identidade de Deus, chamando o de Pai de todos e sobre todos, incluindo os excluídos, não mais como propriedade peculiar e exclusiva de um povo, ou uma facção religiosa, antes abrange todos os seres, fazendo o eco de sua voz soar nos ouvidos surdos dos que não mais tinha esperanças, para bater a estaca do chamado universal aos miseráveis, doentes e promíscuos, de que seu reino está perto de todos e é para todos, onde não há melhor e nem pior, sendo assim, um reino de amor e de justiça.

Leva até as últimas conseqüências, tendo e vendo na própria sina do destino fatal de ter ousado se levantar e protestar contra os poderosos a favor do povo pobre e massacrado, a cruz como apogeu e momento histórico, de gritar através muito mais de sua morte do que em vida, fazer impactar corações não somente naquele tempo para aquela sociedade, mas para o mundo, numa mensagem atemporal e acima de tudo, manchada e glorificada com seu próprio sangue, não mais e apenas escrito em papel, mas imortalmente na alma de todo mortal, sabendo que para todo sempre, sua morte não seria vã, mas antes o divisor de águas para um mundo mais justo, com pessoas mais amáveis e mostrando em e com seu próprio corpo o maior preço já pago em amor a humanidade.